quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Hoje não.

Aqui em frente à mesa amarela, uma vez mais mais ganhei umas linhas. Olhei para cima e vi o reflexo de gaivotas voando no vidro de uma das casas da vila.
Escrevi exclusivamente sobre a imagem, uma descrição.
Não tardou para que alguém ocupasse a mesa, mas isso não me rendeu histórias.
Os meninos falavam um alemão rápido, acerca do qual não me animo sequer a tecer hipóteses.
Nunca sei se estão tratando de um assunto da maior gravidade ou se falam de amor.
É uma língua muita bruta aos meus ouvidos.

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